domingo, 24 de outubro de 2010

Poemas que vêm a calhar

Eternidade

A tristeza não pode mais me alcançar

Pois encontrei o meu lugar

Junto a ti, para sempre irei ficar

Mas eu quero que eternidade dure

Antes que a tua tentação de o sabor do meu

Doce sangue experimentar,

Acabe a nos matar...

Lhe darei minha mão

E lhe pedirei a erternidade

Que o tempo pare para nós.

Nigth Angel Math

***

A seguir, os de autoria desconhecida.

***

Gótico Desejo...

Certa dama em finos trajes púrpuras...

Sombria, meiga e deslumbrante;

Solitária bem de noite, transfigura,

Refletindo um angélico semblante...

Alvas mãos buscam hije um cortejo,

Ali serena... Feito flor abandonada

Sob a lua, de sublime e bom desejo,

De alguém, que por ela apaixonada...

Entre as criptas de bronze ornatos...

Vaga na frieza de uma laje ao luar,

Aguardando um beijo, incontido e gelado...

Espera um monte glorioso afinal!

Com as flores que ofertará ao seu amor,

Que breve chegará, entre flores enfeitado...

***

Minha vida sem amor

Uma canção melancólica

A salvação ilusória

A esperança de viver

O desejo de morrer

A vida que se vai

Mais um copoque cai

Tudo contado numa poesia

O sonho de te ter um dia.

***

A dor de repente

A lágrima transparente

A mórbida paixão

A traidora ilusão

O punhal mutilando

Meu coração sangrando

Um arco-íris sem cor.

Nenhum comentário:

Postar um comentário